28 Maio 2012

As férias do João Ar-Puro


Quando foi de férias, o protagonista João Ar-Puro viu-se com esta bela imagem reflectida nos olhos, esta paisagem linda e maravilhosa que dá vontade de estar a desfrutar indefinidamente por ser uma vista paradisíaca.
Ao observar a paisagem, deparamo-nos com um imenso e poderoso mar de cor azul-turquesa que nos enche os olhos de uma maravilha aquática... Com o bater do sol, estas águas ficam de uma cor esverdeada, que parece não ter fim...
No meio desse poderoso mar, avista-se uma pequena ilha, rodeada de um areal branco e fino e, com o sol a bater-lhe, parece que foi ele que lhe deu essa cor.
Algures nesse areal, escondida entre a vegetação, existe uma cabana branca, com vista para o mar.
Acima desse areal, a ilha eleva-se e, nessa elevação, existe uma vegetação densa, verdejante e fofa que parece como se alguém tivesse posto sobre a ilha um cobertor verde e quente.
No horizonte ainda se vê um céu claro e sem nuvens que faz prever bom tempo naquela ilha.
Que bom era estar ali!...

                                                                                                                                               Flávia C., 6.º C

24 Maio 2012


A academia do Dr. Dyer


Autor: Russel Stannard
Editora: Edições 70

Este livro trata da história de Jamie, um pequeno herói que salvou o mundo do caos científico. Este nosso herói foi aceite na Academia do Dr. Dyer, um dos melhores colégios do país.
Mal chegou à escola, Jamie conheceu Miss Peters, a sua futura professora de ciências, que explicava tudo com muita clareza. Mas Emily Straigth, uma colega do Jamie, colocou- -lhe uma dúvida que o fez pensar, e ele colocou à professora, o que a irritou. E Emilly colocava-lhe sempre mais dúvidas, e ele colocava-as à professora… até que esta já não aguentou mais e mandou-o ao gabinete do Dr. Dyer.
O Dr. Dyer recebeu-o, muito contente, e contou-lhe que as ciências que Miss Peteres ensinava eram ciências do senso comum, que estavam erradas.
O que serão as ciências do senso comum? E por que será que Miss Peters as ensina? E por que será que o Dr. Dyer o recebeu de tão boa vontade? Se queres desvendar estes e outros mistérios da academia, requisita este livro na nossa Biblioteca Escola.
Este livro é muito interessante. Recomendo-o a todos. Boa leitura!
Henrique P., 6.º C

15 Maio 2012


A sombra do plátano

Ai!... o plátano! Lembro-me da primeira vez que o vi... foi no primeiro dia do primeiro ciclo, no meu primeiro intervalo depois da primeira aula, no primeiro dos meus primeiros períodos... Mas não estou aqui para falar sobre isso. Estamos aqui para falar do plátano...
Ai! Aquele ar tão calmo e aquela brisa outonal tão morna e acolhedora. Aproveitei aquilo a cada momento porque sabia que ia acabar prontamente... Sempre que ia para lá, via algumas folhas caídas no chão...
Pouco a pouco, a sombra desvaneceu-se com o cair de todas as folhas, até ficar, simplesmente, com a sombra de uns galhos altos e centenários, o tronco nu e rugoso... Durante o inverno foi sempre assim e, com a chuva, ainda pior pois todos ficamos tristes e melancólicos e, ao olhar aquela árvore nua, triste e solitária, ficavamos com saudades e parecia que aquela tristeza e aquele inverno não tinham fim...
Finalmente, chegou a primavera e todos corriamos para abraçar a árvore e para ela nos abraçar a nós, com as suas pequenas folhas verdes e macias, e com o cheiro das suas pequenas flores que enchiam o ar com a sua beleza nova e primaveril como a de um bebé acabado de nascer e feliz por ver a sua mãe.
Aquela sombra começou a crescer mais, mais e mais com a chegada do verão. Nos dias em que o calor apertava, todos corriam para receber a brisa refrescante da sombra do plátano.
Depois, este ciclo recomeçava mas, ninguém esquecia os bons momentos que vivera debaixo da sombra da acolhedora e familiar, amiga árvore.
Flávia C., 6.º C [Texto descritivo original]

A macieira

No meu quintal tenho uma macieira que, na primavera, fica repleta de maçãs vermelhas e brilhantes.
Sempre que vou para o quintal sinto o aroma das maçãs e o perfume das folhas verdes e reluzentes.
A árvore tem muitos ramos finos e delicados e o sol consegue envolvê-los com grande precisão.
No verão, começam a cair as primeiras maçãs e começamos a apanhá-las e a comê-las. As maçãs do meu quintal têm um sabor especial que nos dá vontade de comer sempre mais do que esperavamos.
Nos dias de algum vento, ouve-se um suave assobiar que passa por entre as folhas. Nos mais quentes, sento-me à sombra da macieira a descansar e sinto a brisa fresca e as folhas irrequietas a abanar.
No outono, as folhas começam a cair e a árvore fica despida. É a única do quintal que fica desnudada e que se destaca pela sua linda forma.
No inverno, nota-se, quase a chegar à primavera, que a árvore começa a ficar mais bonita e com folhas prestes a nascer.
Esta é a história de uma linda macieira, a do meu quintal.
Hugo, 6.º C [Texto descritivo original]



A pereira

A minha pereira dá umas peras muito docinhas no verão. Ela começa a ter flores na primavera e, no inverno, as folhas caem. Ela é enorme!
A pereira dá frutos pequenos e eu adoro as suas peras. As folhas dela são da cor verde. A casca do fruto não é dura e elas são moles. Ela dá bastantes peras.
No quintal, que é o local onde ela se encontra plantada, o meu pai colocou lá um espantalho para os pássaros não picarem os seus frutos.
Ao lado dessa árvore tenho uma macieira que, na primavera, também começa a dar flor e dá umas maçãs deliciosas. A sua casca é verde. Eu gosto de comer maçãs docinhas! A maçã tem uma forma arredondada e as suas flores cheiram muito bem e deitam um perfume muito intenso.
Eu adoro os frutos das minhas duas árvores!
Guilherme, 6.º C [Texto descritivo original]


O pessegueiro

Na primavera, a árvore de que vos vou falar fica toda cheia de folhas e flores. Ela é tão alta que a sua beleza transpira em todo o pomar. Ela é um pessegueiro.
 Nesta altura também começam os pássaros a fazer lá os seus ninhos para terem as suas crias. As suas folhas e flores têm um perfume atordoador e fresco. O seu tronco é rugoso, fino e alto. As folhas são ásperas e as pétalas aveludadas.
No verão, começa a época dos frutos e ele dá uns pêssegos muito macios e docinhos!
No outono, com os frutos no chão, já começam a cair as folhas e o chão parece um tapete florido com tons variados de amarelo, castanho   e vermelho.
No inverno, tem que se cortar alguns ramos para que possa renovar a sua folhagem na próxima primavera.
Adoro o pessegueiro do meu quintal!


                                                                 Henrique C., 6.º C [Texto descritivo original]

Um bosque especial

Num bosque onde eu ia às vezes passear, há uma macieira que já tem muitos anos. Se não me engano, tem duzentos e quarenta e um anos. É enormemente magnífica e linda. Consegue-se ver ao longe! Ela é a rainha daquele bosque.
Na primavera, emana um cheiro imenso, uma frescura intensa e começam as folhas a ficar verdes e sedosas.
No verão, quem passar naquele bosque fica enfeitiçado pelo cheiro e pela visão dos novos frutos.

É magnífico!Quando eu me deito na erva à sombra da árvore fico fascinada com o cheiro da madeira, das folhas, dos frutos, é uma delícia de prazeres.
No outono e no inverno, no bosque, fica mais frio e as folhas caem da macieira. Fica toda sem folhagem, despida e sem aquele cheiro magnífico que nos enfeitiça nas outras duas estações.
Flávia S., 6.º C [Texto descritivo original]